Abaixo do Equador.
O bafo quente e empoeirado cai-me em cima como um cobertor peludo em pleno inverno antárctico - perfeitamente. Voltar a casa e sentir os cheiros antigos, ver as lembranças guardadas nos cantos da casa, perceber que as memórias que ficam como um rasto de felicidade que vai marcando território.
O tempo passa e habituei-me a chamar casa a outro norte, mas a terra das acácias rubras será sempre o meu primeiro lar - o ponto de equilíbrio, a mãe de todas as pátrias.