Le Bande.
Pó. Poeira.
Cidade de areia onde as caixas de alumínio brotam sem consistência ou lógica que as apare. Os motociclos voam desenfreados à parte de qualquer regra ou condição, e transformam o caos do trânsito em tumor prestes a rebentar. O azul e o branco das candongas continuam a empestar as ruas enquanto as lojas ambulantes deambulam por entre os carros. É o fato. É o telemóvel. É a mobília completa para a sala de jantar. É a t-shirt. É o cartão do saldo. É o ferro de engomar. É a fruta boa, mesmo madura.
Do cimo do monte espreita a Fortaleza - imponente como quem vigia a cidade, impotente perante as gruas que teimam em estragá-la, em torná-la em algo que não é, nunca foi.
Reclama-se de tudo. E eu reclamo de tudo. Faço promessas de não querer voltar que não quero poder cumprir) e reclamo. E os mosquitos, malditos.